
Votuporanga, quarta-feira, 08 de fevereiro de 2012
Resumo
O presente artigo busca apresentar o relevo da cidade de Votuporanga S/P e a região que a circunda (fig.01), tendo como principal fator de transformação, a intensa ocupação humana que agiu e, ainda, age nesta região, principalmente em sua forma escultural, e é sobre essa forma que se pretende desenvolver este artigo. A literatura geomorfológica tem se incumbido de levar a uma caracterização dos “micros relevos” do Brasil, mas ainda são poucos os pesquisadores desta área que destinam atenção para os núcleos menores, ficando assim o relevo da região com uma leitura geral da paisagem. Hoje há uma série de autores que revelam os processos que deram origem a uma grande classe de relevos.
O que se tem de concreto sobre as pesquisas destes autores é que a região estudada é composta por: planaltos sedimentares do período triássico e de planaltos basálticos do triássico e cretáceos (fig.01). Essas e outras afirmações são discutidas em todo artigo. Também se utilizam as pesquisa de campo, que busca retratar o relevo em sua gênese, assim como discutir alguns dos tipos regionais de relevo encontrados, e ainda, não se descarta a estrutura geológica e os fatores exógenos para explicar o modelado do relevo terrestre e regional, e também a utilização destes terrenos para a ocupação humana, entre elas a agricultura extensiva.
Palavras Chave: Relevo, Estrutura, Geomorfologia e Planaltos.
A pesquisa em questão, ocorreu na região do município de Votuporanga S/P que fica localizado no noroeste do estado de São Paulo, e que possui em seu território grande contribuição hídrica (fig.2), para a captação de água a o consumo humano, está região, inclui-se na parte da bacia do alto Paraná, tendo em seu território um divisor de águas, entre as bacias do Rio Grande e do Rio São José dos Dourados, também, a micro-bacia do córrego Marinheiro, que corta o município, e corre em direção a represa de Água Vermelha no baixo Rio Grande e o Rio São José dos Dourados deságua no alto rio Paraná (fig.02).
Para que se estabelecesse um estudo de campo mais aprofundado do relevo regional, além das fotografias, foram obtidos dados de algumas localidades, e fatores históricos de outras, como é o caso da antiga Estrada Boiadeira que cortava o município e ligava à cidade de Barretos (SP) ao porto de Aparecida de Tabuado (MS) e seguia até Cuiabá em Mato Grosso, estes fatores contribuíram para o desenvolvimento da região, mas trouxeram também a destruição de paisagens ligadas ao cerrado e seus diversos compartimentos onde predominavam os chapadões florestados. Estes representavam, na época do pioneirismo cerca de 85% do total do território na região, mas com o passar do tempo pode-se, agora, admirar o que sobrou de suas belezas naturais, em áreas protegidas pelas leis impostas para frear a destruição.
Então para a realização deste foram utilizadas algumas ferramentas simples, como: máquina digital 5.0 MP, bloco diagrama e os mais variados meios de locomoção. As pesquisas de campo foram desenvolvidas com muita atenção aos detalhes local-regional, para que se possa afirmar com certeza e clareza o que se está propondo, que é uma caracterização do relevo regional. Outro ponto importante, entre tantos, foi o levantamento bibliográfico, com os autores principais da geografia física e geomorfologia que abordaram numa visão geral a região citada, pois toda a fundamentação foi feita a partir de conceitos pré-concebidos.
Com este estudo espera-se buscar uma melhor compreensão da classificação do relevo da região, pois como já foi citado acima, o que temos de concreto é uma visão geral da paisagem que ainda carece de muitos estudos.
1. Caracterização geográfica-geomorfológica do Noroeste Paulista, segundo a visão dos principais autores da geografia física.
1.1 Característica das classificações da geomorfologia segundo autores da Geografia física.
Em 1949 Aroldo de Azevedo publicou uma caracterização do relevo brasileiro abrangendo todo o território nacional e o classificando como sendo 8 unidades de relevos, divididos em planaltos e planícies, essa caracterização levou em conta não somente a estrutura geológica como vinha sendo feitos pelos autores de outrora, mas também objetivou-se em analisar as formas pela qual cada unidade tinha em comum com o seu entorno, já em 1970 outro pesquisador Ab’ Sáber publicou uma nova caracterização que ratificava os trabalhos de Aroldo, mas que trazia uma nova concepção de estudo do relevo, que era o uso dos climas passados para expressar com maior exatidão as formas que o relevo tomava. Depois de estes dois estudiosos classificarem o relevo brasileiro em planaltos, planícies e terras baixas surgem uma nova classificação: Depressões, pelo pesquisador Jurandir L. Ross em 1989. Esse autor participou do projeto Radam, que era uma parceria do Brasil com os EUA, para o levantamento dos recursos naturais do Brasil, esse projeto deu subsídios aos pesquisadores Brasileiros como Ross, para elaborar novas classificações e a partir da publicação de Ross o território possuía 28 unidades de relevo, e em 1995 o IBGE ( Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) elaborou uma nova classificação que é usada nas escolas para o ensino de Geografia física, esse novo mapa do relevo possui 37 unidades relevo.
Após uma pesquisa bibliográfica com os mais importantes autores de geografia física e geomorfologia do Brasil, pode-se observar que as classificações e observações dos autores sempre compreendem uma visão macro regional, não atendendo aos interesses de uma classificação micro regional. Percebe-se que este objetivo deve ser alcançado unindo as classificações dos autores com as observações de campo. Para facilitar a compreensão da realidade do relevo e da geomorfologia regional torna-se necessário atentarmos para as diversas classificações existentes.
A observação de Ab’ Sáber (2003) em seu livro “Os Domínios de Natureza no Brasil” classifica o relevo da região noroeste paulista com a existência dos chapadões tropicais interiores, com caracterizações de planaltos florestados e presença de cerrado, onde a decomposição de rochas cristalinas e basálticas possibilitou a formação de algumas planícies meandricas, com predominância de depósitos de sedimentos finos e sobrepostos de cobertura coluviais e presença de solos podzólicos.
Outro domínio importante para a compreensão de nosso relevo são domínios dos chapadões recobertos por cerrados e penetrados por florestas-galerias: interflúvios muito largos e com vales e enclaves de mata em manchas de solo rico, em áreas localizadas próximo a nascentes e olhos d’água.
Em fim outro domínio que muito é importante são as áreas de transição em que nosso território se encontra, essas áreas são denominadas faixas de transição por possuírem tendências de dois ou mais domínios e por serem faixas anastomosadas de corredores, não ficando o predomínio um só tipo de fisionomia.
Outra obra cientifica que merece nossa atenção é a de Teixeira Guerra, em “Geomorfologia: Uma atualização de bases e conceitos” (2005), a qual trata dos fatos que ocasionam as forças geodinâmicas endógenas e exógenas, que são os grandes agentes do modelado do relevo, e caracterizam as formas com que o relevo vem adquirindo no transcorrer dos anos e atuam para definir as topografias, e como as três grandes esferas (Litosfera móvel, atmosfera e hidrosfera) se comportam para tal modelado do relevo que se torna único no sistema solar, pois a superfície terrestre é a que apresenta mais diferenciadas formas. As forças internas atuam para o não aplainamento geral que são provocados pelas forças externas, e esses fatores são relacionados como: o magmático, que trata do magma, sua formação e movimentação, do interior para o exterior; o metamórfico, das transformações mineralógicas e estruturais de rochas e por ultimo a tectônica, pois os diversos tipos de esforços internos a que são submetidas as rochas, deixam marcas de fundamental importância para a escultura do modelado terrestre, como as montanhas.
Jurandir Ross (2003), também contribui com as teorias de formação do relevo brasileiro, pois o classifica em três grandes unidades: as planícies, os planaltos e as depressões; se entende por planalto terreno com formas topográficas irregulares com amplitude altimétrica entre 300 a 2.000 m. formados por processos erosivos prolongados. As planícies caracterizam-se por terrenos absolutamente planos, e geralmente posicionados nas partes mais baixas das bacias hidrográficas, e faixas costeiras, são geralmente formadas por depósitos sedimentares, e as depressões estão posicionadas em terrenos pouco mais elevados do que os planaltos entre 100 e 500 m. também formados por processos erosivos prolongados.
Além das observações dos autores acima, também, em 2004 foi lançado o “plano de gerenciamento de bacias” pela CPTI (Cooperativa de Serviços e Pesquisas Tecnológicas) segundo o plano, nosso município se situa dentro da Bacia do Turvo/Grande que enquadra 64 municípios e, entre os maiores, está Votuporanga e Fernandópolis, com uma área de 1.392 km² e tem em quase 50% de sua área, alta suscetibilidade a erosão isso pela predominância de latossolo.
Neste tipo de solo predomina a argila do tipo caulinita revestidas de partículas de óxido de ferro, responsáveis pela cor avermelhada, e a transição para outros horizontes é gradual e difusa, só se pode notar o escurecimento do horizonte A para o B pela cor escura do primeiro, pela decomposição dos restos florestais.
O outro tipo de solo encontrado em nossa região são os Argilossolos com características bem intemperizadas, que apresentam o horizonte B um acúmulo de argila, bem maior que o A, isso ocorre devido à migração de argila do horizonte A e depositante no B, e também apresenta uma estrutura de agregados na forma de blocos revestidos por uma fina película da própria argila que se denomina cerosidade.
No primeiro caso o latossolo tem granulometria uniforme com agregados de formato arredondados que permitem grande permeabilidade da água e dificultam o processo de erosão, mas já os argilossolos apresentam limitações para a agricultura e está mais suscetível à erosão, segundo afirma Igor F. Lepsch em “Formação e Conservação dos solos” (2002).
Nos estudos de campo, fatores análogos foram encontrados com a obra de Antonio Christofoletti em “Geomorfologia” de 1980; entre os muitos assuntos deste livro, as vertentes ganham uma especial atenção, pois são muito importantes para a compreensão do modelado, principalmente os estudos morfogenéticos, que ocasionam as formas das vertentes, pois estes fatores trazem informação sobre a evolução das vertentes. Deve-se lembrar que a etimologia vertente está ligada a superfícies inclinadas, formadas por vários processos, como os endógenos e exógenos, sendo esse último o mais significativo, pois as intempéries do clima têm grande contribuição para a forma que estas tomam, a chuva tem o papel de desagregação e lavagem do solo, com a formação de ravinas, no caso de escoamento superficial concentrado, e posteriormente a formação de pequenas e grandes erosões; a ação biológica das plantas e dos pequenos seres vivos também podem determinar a permeabilidade do solo da vertente, e até ocasionar movimentos de terra nas muito íngremes, isso não ocorre somente por estes fatores, mas por uma complexa e variável determinantes sobre estes movimentos.
Em se tratando de busca por vestígio do passado têm-se os estudos estratigráficos que muito podem ajudar a desvendar os períodos, tempos e intervalos geológicos, com o estudo de cortes feitos no perfil de rochas com grandes amplitudes e que mostram como ocorreu o depósito de materiais sedimentares e magmáticos no passado, este estudo consta em Josilda R.. Moura (2005), neste trabalho não se pretende esgotar esta teoria, mas utilizá-la para traçar o perfil geológico da micro-região de Votuporanga, estudo este, muito complexo e de estrema importância para a compreensão do relevo regional, na fig. 03 representa-se o perfil geológico da região onde ocorreu a pesquisa.
Fig. 03 representação estratigráfica da cidade de Votuporanga SP.
Fonte: Dados da SAEV (2002), com representação feita pelo autor.
2. Breve observação geológica do município de Votuporanga-SP
Foram realizadas inúmeras pesquisas de campo na região de Votuporanga S/P, e estas análises do ponto de vista geológico, serviram de sustentação para o presente artigo. A princípio observou-se na região a predominância das rochas sedimentares como o arenito, mas também as rochas de origens vulcânicas com destaque para o basalto.
No caso especifico da região em questão, tem-se a particularidade de possuir como estrutura básica o basalto, com aproximadamente 1000 m. de espessura, segundo dados obtidos com a SAEV (Superintendência de Água e Esgoto de Votuporanga), essa cobertura rochosa em forma de laje formou-se em decorrência dos derramamentos magmáticos que ocorreram em toda a bacia do Paraná na era Mesozóica, e que teve início a partir de mais ou menos 250 milhões de anos atrás e também carregam em seu histórico a fragmentação da Pangeia (teoria da ligação dos continentes) em dois membros que deram origem a Laurásia no norte e Gondwana no sul e no fim da era mesozóica, que também é o fim do período cretáceo, ficando assim formados os continentes da forma como conhecemos hoje, com algumas alterações, no caso da Índia e Austrália, que não ocupavam o lugar que hoje apresentam.
Na figura (fig. 04) podem ser observadas as linhas geológicas no perfil da rocha, indicando o espaçamento entre um derramamento e outro, onde através das intrusões foi expelido o material que formou o basalto, que foi definido por Teixeira (2000) como rocha de cor escura, tendo como minerais feldspatos, o piroxênio, a labradorita e anortita; segundo o mesmo autor os derramamentos basálticos na bacia do Paraná estão entre os maiores do mundo em dimensão, a essa formação se dá o nome de Serra Geral que possui uma área superior a 1.200.000 km² e abrange vários países.
Fig. 04- Pedreira em Valentin Gentil-SP. Fonte: Ada Borges
Para conseguir explicar a idade das rochas sedimentares que compõem a região em estudo, adotamos um meio bibliográfico que estrutura essa afirmação, em decorrência aos fosseis animais encontrados em rochas sedimentares, arqueólogos brasileiros chegam a afirmar que essa sedimentação ocorre na era cenozóica, após s continentes já terem ganhado suas atuais posições no mosaico atual, isto segundo Wilson (2000), na região é encontrado o arenito formação do grupo Bauru, que contém em sua estrutura subgrupos como: formação Marília, São José do Rio Preto e Adamantina, destes o encontrado em nossa região é a Adamantina, que pode ser observado nas imagens abaixo (fig.05), a coloração é diferenciada pelo tipo de cimento natural que solidificou a rocha e estas podem ser o silicoso, argiloso, carbonato de cálcio e outros. Essa formação arenitica pode ser encontrada por toda extensão da região estudada em muitos casos, não é raro encontrar afloramentos da rocha arenítica na superfície.
Fig.05- Arenito formação Bauru, próximo ao rio Marinheiro. Fonte: fotos do autor
3- Considerações sobre o relevo da Micro-Região de Votuporanga-SP.
A região estudada está inserida no Planalto ocidental paulista, ou planalto meridional, este relevo possui uma série de pequenas unidades, no caso da região estudada predomina uma forma monótona de relevo, que em sua maioria é composta por seguintes composições: Fundo de vale, Cabeceira de drenagem, Vertentes, Interflúvios e Afloramentos rochosos. A partir desta segmentação pretende-se explorar as unidades de relevo presentes em nossa região, caracterizando cada uma delas.
3.1-Fundo de Vale.
Este micro relevo está inserido entre duas vertentes, e recebe o material que é dissolvido pela ação do sol, chuva e vento, e a transporta para o rio a qual está subordinado. Na região temos inúmeros fundos de vale, e que estão alagados como o caso da fig. 06, e em outros lugares temos os fundos de vales secos, que em boa parte do tempo estão ligados ao período chuvoso.
Mapa da região noroeste.
Fig. 06:- Município de Álvares Florence.
Fonte: fotos do Autor.
3.2 – Cabeceiras de Drenagem.
Também conhecidas como anfiteatro pela sua forma côncava, podendo constituir o nascimento de pequenos canais de classe 1, responsável pela captação de água da chuvas e transporte de materiais para os corpos d’água. Na região está inserida com freqüência dentro dos pequenos córregos e apresentam grande importância para a alimentação fluvial destes córregos (fig.07).
Fig. 07: Representação de uma cabeceira de
drenagem.
Fonte: desenho do autor.
3.3 – Vertentes
Segundo Christofoletti, (1980), vertente significa superfície inclinada. No caso regional este tipo de relevo está inserido dentro dos vales e é a porção que une o interflúvio ao fundo do vale, é formado por processo de transporte das rochas e do solo que os compõe, geralmente usado na agricultura e na pastagem do gado, a fig. 08 apresenta uma disponibilidade ao processo erosivo, isso ocorre devido à má manutenção do solo.
Fig. 08 Vertente na região de Álvares Florence.
Fonte: foto do autor.
De acordo com Guerra (2005), denominam-se interflúvio, pequenas ondulações que separam os vales. Apesar de parecerem montanhas como mostra o desenho, este tipo de relevo pode se estender por grandes áreas, não tendo um pico central e servindo como divisor de bacias. Na região é geralmente encontrada na divisão da bacia do Marinheirinho com o São José dos Dourados, mas faz-se presente em várias divisões mesmo que de pequenos rios (fig.09).
3.4 – Interflúvio
Fig. 09 - Representação de um interflúvio.
Fonte: desenho do autor.
3.4 – Afloramentos rochosos.
Um afloramento rochoso é toda e qualquer exposição de rochas na superfície da Terra. Na região de estudo, pode-se observar as rochas de origem sedimentar com predominância do arenito do grupo Bauru, e em alguns casos não raros as rochas de origens magmáticas também compõem a superfície, essa exposição das rochas magmáticas em grande maioria estão presentes no leito de rios com grande função hidráulica e que originaram a retirada do material sedimentar, expondo a rocha de origem magmática. Na fig. 10 temos a formação arenítica que é escavada por uma nascente próximo a área urbana de Votuporanga, e ao lado desta imagem temos o basalto da formação Serra Geral na região de Cardoso; no caso deste afloramento a rocha é encontrada intemperizadas por metais distintos, como o ferro, feldspato e outros óxidos.
Fig. 10 – Imagens de afloramento na região de Votuporanga.
Fonte: fotos do autor
Considerações Finais
O primeiro fato de suma importância é ter claro que o relevo é apenas um dos componentes da litosfera e que está relacionado com as rochas que o sustenta, com o clima que o esculpe e com os solos que o recobre. A Geomorfologia analisa as formas do relevo focalizando suas características, processos e componentes, neste plano tornam-se indispensáveis os estudos da geomorfologia voltados para as análises ambientais, bem como as outras ciências. Com as novas tecnologias empregadas nas análises ambientais muitas ciências como a geomorfologia tem fornecido subsídios primordiais para a realização de micro análise em pequenas regiões, como o caso da estudada acima, para que se tenham parâmetros técnicos.
Uma das grandes contribuições deste tipo de estudo refere-se a os meios que ocasionaram os diversos tipos de relevo, presentes hoje na superfície da região pode-se afirmar que o homem contribuiu na a modificação de parte do relevo, mas os processos dinâmicos da atmosfera e os movimentos tectônicos tiveram uma significância maior para o modelado atual, tendo em mente que as intempéries do clima e o dinamismo da atmosfera terrestre, como a chuva, o sol e os ventos, estes que favoreceram a formação do relevo regional, podem-se ressalta-se a realização das atividades agrícolas, e das áreas voltadas para o assentamento da população, como agentes fundamentais na devastação quase que completa das nossas riquezas vegetais e afetando , indiretamente, o relevo.
O relevo regional pode ser monótono, mas tem uma especificidade, a identidade do local, com as mesmas feições pode-se encontrar outro tipo de relevo, tornando assim único e que possui uma história local e cria uma identidade com as pessoas que aqui vivem.
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